Pierre Andreani
“Às vezes vejo homenzinhos estranhos e maltrapilhos que falam com chiclete na boca e com dificuldade, e que realizam ações cujo simbolismo me escapa completamente.” Em algum lugar entre Stephen King e Isidore Ducasse, repleto de confissões sórdidas e ditirambos duvidosos e oníricos, Monólogo à la
Lantern puxa o fio de uma amarga loucura, a jornada de um louco incapaz de agir segundo seus impulsos. Numa era literalmente desfigurada pela benevolência, ainda temos o direito de escrever um livro de ressentimento?







