Dobrar um lugar, quem sabe como. Seguir as palavras que faltam, que muitas vezes levam o sujeito de volta ao próprio lugar de seu desaparecimento. Neste labirinto vertiginoso, forjar um caminho, mesmo com medo. Esperar na dobra que as sombras se ergam. Como tantas instruções ilegíveis. Para que, ao lado da linguagem, o vento possa ser ouvido cantando de forma diferente. E o lugar dobrado, o corpo, se desdobrem.







