Bernardo Delambre

Bernard Delambre teve uma infância difícil, incluindo períodos em prisões parisienses, cultos e no mundo da arte, e explorou uma ampla gama de correntes espirituais. Nestas páginas, por vezes humorísticas, por vezes comoventes, ele relata uma jornada pessoal repleta de anedotas, respondendo às muitas perguntas que cercam sua aventura em Auroville. Diretor do Centro de Arte de Auroville, após trinta e quatro anos de residência permanente em Auroville, na Índia, ele agora dedica a maior parte do seu tempo à escrita.
Neste segundo relato, o autor nos leva pelos caminhos que o conduziram, em 1969, a Auroville, esta cidade utópica fundada em 21 de fevereiro de 1968. Numa época em que os meios de comunicação falam muito sobre Auroville, oferecendo reportagens nem sempre precisas, é interessante descobrir, por meio destas páginas, uma jornada particular de um dos pioneiros que fundaram este experimento de uma nova vida comunitária que continua no sul da Índia, perto de Pondicherry.
Dezembro de 2022
Nesta história, o autor evoca a jornada iniciática de um jovem em busca de sua razão de ser, começando em uma cela de prisão onde tinha vinte anos.
Dividido entre uma profunda aspiração de viver segundo um ideal elevado e a necessidade vital de curar as feridas da sua infância, ele confidencia nestas páginas, por vezes comoventes, os bastidores íntimos de uma jornada incomum.
Abril de 2021









