Elisabeth Morcellet

Elisabeth Morcellet

Élisabeth Morcellet, escritora e artista, é conhecida no campo da performance artística. A escrita, a ação artística e a experiência vivida alimentam uma obra multifacetada que rompe fronteiras. Suas principais exposições e ações incluem "Arte em Ação" em Nice. Ato I (2011), "À la Vie Déliberée" Villa Arson (2012), "La Prom' pour Atelier" Mamac (2015), em Blois "Combat d'idées" Fondation du Doute (2013), em Paris "Cabaret Dada" Halle Saint-Pierre, Les Frigos (2016), em Gentilly "Frasq Festival" Le Générateur (2016-2022)... Desde 2013, pequenos textos – poemas, ensaios, canções – têm sido lidos, interpretados e publicados em revistas (Olga, L'Intranquille, Chroniques du ça et là, Délits d'encre, Étoile d'encre...). Um primeiro romance, Ne jamais en finir, foi publicado em 2020 pela Sans Escale. Em 2022, um segundo romance, Bien le temps d'être libre, foi publicado pela editora La P'tite Hélène éditions, seguido por um romance poético, Duo mi-clos, publicado pela Unicité. Este quarto romance, Living Until the Future, oferece uma história singular na fronteira dos gêneros.


Esta narrativa poética, algures entre a autoficção, o diário e a ficção especulativa, acompanha uma memória fugaz — amorosa, humana e artística — de um passado no futuro, que se estende de 1995 a 2105. Memórias verdadeiras e falsas desafiam os anos. Prazeres? Ansiedades? Desta experiência subjetiva, do "eu" para o "tu", deste "nós", o que resta? As vozes parecem responder a um apelo por uma resistência serena, pela beleza efémera destes momentos, face à tirania social ou tecnológica. Que narrador ou leitor desvendará o enigma do futuro e do planeta Terra? Estaremos a criar os arquivos mortais do mundo de amanhã? Aqui, o autor encadeia palavras, ou desdobra-as ao longo do fio condutor de uma coincidência ressonante, como um desenho, um possível projeto, a ser inscrito contra a amnésia. Ilhas e fragmentos de existência pontuam esta narrativa e tentam refletir sobre o ser vivo. Diante da vertigem do nada, quando, então, e como, alguém pode se resignar à palavra final? Data de publicação: 1º de janeiro de 2024. Encomende já!