Bertrand Ballesta
Natural de Cahors, Bertrand Ballesta trabalha na área da comunicação e do jornalismo há mais de vinte anos, sobretudo nos domínios do vinho, da gastronomia e do património. É editor-chefe da revista Périgord Attitude le Mag. A escrita, contudo, nunca o abandonou. Aos cinquenta anos, num momento decisivo da sua vida, o autor sentiu necessidade de questionar a sua trajetória e as suas escolhas, e de se reconectar, através da ficção, com uma parte oculta de si mesmo. O thriller psicológico surgiu então como a escolha óbvia: um território privilegiado para explorar as vulnerabilidades humanas e usar a tensão narrativa para revelar o eu mais íntimo.
Três destinos, três almas perdidas… Uma aldeia agarrada aos Causses du Quercy, pronta para uni-las para o bem ou para o mal. Três caminhos, três questões existenciais: Quem nos tornamos quando renunciamos ao que pensávamos ser? A vingança extingue a dor ou a reacende? Qual o preço da redenção? Vincent Mercier, um brilhante advogado parisiense, está à beira do desespero. Sua carreira está em declínio, seu casamento está desmoronando e suas certezas estão se desfazendo. À beira do colapso, ele decide deixar tudo para trás e se exilar em Saint-Martin-de-Vers, uma aldeia remota na região do Lot, convicto de que encontrará forças para reconstruir sua vida. Nesse lugar atemporal, Vincent cruza o caminho de um velho enigmático, cujo olhar revela um segredo pesado demais para ser carregado sozinho. A Aldeia das Almas Perdidas é um thriller psicológico intenso que explora os limites da humanidade diante de suas verdades mais profundas. Saber como se perder é, às vezes, a única maneira de se encontrar… Data de publicação: 2 de fevereiro de 2026. Encomende o comunicado de imprensa.






